Recortes da Mídia
"Cansei" do capo fascista da Philips Imprimir E-mail

20/08/2007 - Brasil de Fato 

 Altamiro Borges; 

 "Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado”, disse Paulo Zottolo (Philips); com seu salário de R$ 2 milhões, parece ter nojo dos pobres. 

O “ato falho”, porém, ajuda a desnudar e a enfraquecer o “Cansei”, o movimento que reúne ricos empresários, notórios tucanos e demos e “artistas e publicitários de aluguel”. O governador do Piauí, Wellington Dias, anunciou que exigirá a retratação do executivo. Já o senador Mão Santa, do mesmo estado, afirmou que Zottolo “é um tolo, um arrogante tolo, só porque tem uns dólares da Philips”. Até o senador Heráclito Fortes, do Demo e simpatizante do “Cansei”, teve que dar explicações as suas bases. “Para comandar uma campanha dessa natureza é preciso ter equilíbrio e respeitar os Estados da Federação, porque também cansei de arrogância e prepotência”.Preocupação da matriz.

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MEC alerta para "apagão" no Ensino Médio Imprimir E-mail

12/08/2007  - Notícias Terra

Carol Medeiros e Maria Luisa Barros

A falta de professores na Educação Básica em todo o País acendeu o alerta vermelho no Ministério da Educação (MEC). Preocupado com o que definiu em relatório como ameaça de um "apagão do Ensino Médio", o ministério instituiu uma comissão especial para estudar medidas em caráter emergencial a fim de superar o déficit de 710 mil professores - 78 mil no Rio - para turmas de 5ª a 8ª série e do Ensino Médio, sobretudo nas disciplinas Física, Química, Matemática e Biologia. O risco do agravamento da falta de mestres é tão sério que o problema se tornou prioridade do governo federal neste semestre.
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Salvemos a escola pública Imprimir E-mail

Correio da Cidadania - 10/08/2007

Frei Betto

Antes de ingressar na faculdade, em 1964, estudei oito anos em escola pública. Como ocorre agora com as universidades, em geral elas superavam em qualidade os colégios particulares. Além da inigualável vantagem de serem gratuitas.

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Instituições buscam melhorar gestão Imprimir E-mail

O Estado de S. Paulo  - 16/07/2007

Renata Cafardo e Simone Iwasso 

Rede privada tem queda no ritmo de crescimento de faculdades, universidades e centros universitários; setor abre capital Diminuiu o ritmo de crescimento do número de universidades, centros universitários e faculdades privadas no Brasil. O índice de aumento entre 2006 e 2007, até agora, está em 0,14%. O porcentual é muito inferior ao crescimento médio de 13% registrado anualmente desde 1997. Desde o ano passado, instituições fecharam, outras foram compradas por grandes grupos e poucas cresceram. Num setor já consolidado e de concorrência voraz, só sobrevive agora quem investir para profissionalizar a gestão. E a novidade da vez é a venda de ações na Bolsa de Valores.
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Educação não é mercadoria Imprimir E-mail
O Estado de S. Paulo  - 16/07/2007

A entrada de recurso estrangeiro no ensino superior privado, por meio da abertura de capitais, insere as instituições educacionais na mesma lógica de funcionamento de qualquer outra empresa, transformando o que seria um direito numa mercadoria. O raciocínio, extremamente crítico ao processo que está ocorrendo no Brasil, é da educadora Regina Vinhais, da Universidade de Brasília (UnB). “Sou totalmente contra qualquer tipo de iniciativa nesse sentido. Educação não é mercadoria, é direito da sociedade.”

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Guia da Copa do Mundo 2014